
Hospital de dia IV
Há 1 mês
ESTE BLOG PRETENDE COLOCAR PAUZINHOS NAS ENGRENAGENS E RESPIRAR POR GUELRAS



são meandros vertebrados
onde cantas silêncios
em campânulas de sons
ateias relâmpagos por entre vagas
desmandas sílaba a sílaba
remoçada de lábios
o esconderijo das palavras
Quase silvestre e maternal
dedilhas fios de linho
no tear onde te oiço
sussurrar claridades
passos remos e passos
Nas paredes mais navegáveis
navego-te os timbres
até à fímbria de um sopro
onde emerges em flor
nos meus olhos
Deslaças-te