segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O INICIO DO MAR






Em que chão assenta
o coro polifónico
da chuva miudinha?
em que chão o rio
se desprende
das magras águas?

passo a passo
onde arde na praia
sempre azul
o inicio do mar


Eufrázio Filipe


18 comentários:

Menina Marota disse...

O inicio do mar...

Gostei tanto deste poema. Obrigada.
Um abraço

Cidália Ferreira disse...

Maravilhoso

Beijinhos e um excelente semana

Marta Vinhais disse...

Onde começa tudo... a razão de tudo....
Lindo...
Beijos e abraços
Marta

Graça Pires disse...

Sabemos que todos os rios do mundo que vão dar ao mar começam em nossos olhos. Poetas que somos...
Uma boa semana, meu Amigo.
Um beijo.

Teresa Durães disse...

Uma chuva que pode derrubar fronteiras. Como sempre, um poema belo

Almma disse...

Lindeza...

Rogerio G. V. Pereira disse...

Chuva de beber

Agostinho disse...

Que símbolos que sagrado a gente tem?
Na Praia há sempre uma fronteira,
uma ideia de água que vai e vem
de quem nós nem a chuva se abeira.

Abraço

teresa dias disse...

"O início do mar"... aventura sem fim.
Tudo perfeito: os versos do poema; a escolha da foto.
Abraço.

Ailime disse...

Simplesmente belo.
O "início do mar" onde todas as águas desaguam no azul.
Beijinhos,
Ailime

Graça Sampaio disse...

Tão lindo!! E tão simples... Gostei muito!

Beijinho, mar...

Elvira Carvalho disse...

Gostei de ler.
Abraço

Diana Fonseca disse...

E lá assentam tantas coisas belas.
Gostei muito do poema.
Foi difícil comentar aqui, tive de abrir num novo separador da internet. Só clicar nos comentários não dava.

Beijinhos, Diana.

Anabela Couto Brasinha disse...

As poderosas águas, nas suas diversas formas!Continuação de belos versos

luisa disse...

Pela falta que faz, o mar já deve estar com saudades dos concertos de chuva miudinha.
:)

© Piedade Araújo Sol disse...

e não chove
e o som da água não faz sinfonia
no mar

e o poeta fica calado ante a magia do princípio do mar

:)

Janita disse...

Pudéssemos entrar mar adentro e trazer na bagagem
a água fresca, torná-la potável e a puder beber
não se quebraria o ciclo da vida e da Natureza.

Um abraço feito de saudade da chuva suave, persistente e miudinha.

manuela baptista disse...

e início e no fundo do mar