segunda-feira, 17 de outubro de 2016

ONDE VIAJO







Há um sulco invisível
nas águas
onde viajo
e me transformo

Eufrázio Filipe

12 comentários:

Zilani Célia disse...

BELEZA DE COMPOSIÇÃO, ONDE METÁFORAS SE ENTRELAÇAM, DEIXANDO TUA MARCA EM EVIDENCIA.
ABRÇS

http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Graça Pires disse...

O "sulco invisível" por onde entra a luz e as águas que purificam toda a sede...
Tão belo, meu Amigo!
Uma boa semana.
Um beijo.

Agostinho disse...

... a cada dia.
E eu à tona a aprender a respirar.

Laura Ferreira disse...

boa viagem, Mar :)

ana disse...

Adoreiiiiiiiiiii. O minimalismo na poesia, quase haiku, é de uma beleza extraordinária. Não é preciso mais nada.
Bj.:))

Emília Pinto disse...

São invisiveis as mudancas operadas em nós a cada instante da nossa viagem, mas, cada instante é diferente, eu também e até mesmo as águas se transformam. Um poema simples, belo, diferente, não deixando no entanto de ser poesia. Beijinho e tudo de bom para o teu próximo intante.
Emilia

Marta Vinhais disse...

E encontra-se a luz...
Lindo..
Beijos e abraços
Marta

Fê blue bird disse...

Tanta serenidade neste poema.

Um beijinho

mitro disse...

Serena a tua transformação.

graça Alves disse...

Maravilhoso!!!
bj

Odete Ferreira disse...

No encontro com as águas, as viagens surgem naturalmente. Como o sonho no sono...
Profunda metáfora.
BJ

Teresa Almeida disse...

Um sulco de viagem e revelação.
Adorei, amigo.
Beijinho.