segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ANTÓNIO RAMOS ROSA





Morreu hoje um grande Homem
o poeta da luz interior

Não deixemos morrer
os nossos mortos

 

16 comentários:

Olinda Melo disse...


Assim seja!

Olinda

Maria Emilia Moreira disse...

Um grande poeta e não só!
Partiu o homem, fica a sua imensa obra!
M. Emília

Anónimo disse...

Os que amamos não morrem
apenas partem antes de nós

© Piedade Araújo Sol disse...

solidária, os Poetas mão morrem...

Secreta disse...

Um Poeta imenso...

jrd disse...

Aqui continua. Acabei de o ler de novo.

AC disse...

Este é daqueles que nunca morrerão.

Abraço

Lídia Borges disse...


Inesquecível! Tão perto de nós...


Beijo

Filipe Campos Melo disse...

"Como uma pequena lâmpada subsiste e marcha no vento", António Ramos Rosa sempre será.
Na profunda tristeza de irremediável ausência, perdurará uma obra sublime, escrita "entre as forças da cinza e o fulgor da chama"

(entre aspas versos de ARR)

Cristina Cebola disse...

Uma grande perda! Meu conterrâneo...
Abraço e boa semana!

ana disse...

Não esquecemos e é com contributos destes que os tornamos eternos.
Abraço!

Luis lourenço disse...

À morte ninguém escapa, mas há os inesquecíveis, pela sua força humana e no caso do Ramos Rosa também pela sua obra. O meu apreço ao homem e ao poeta...Que descanse em paz na sua viagem estrelar, Um abraço para ti Poeta .

Véu de Maya

teresa dias disse...

Falha minha. Nunca li.
Vou entrar na primeira livraria e buscar nos seus versos luz para me guiar.
Abraço.

lino disse...

Sempre vivo na memória!
Abraço

A. disse...

Morreu como qualquer mortal!... Extinguiu-se, vai ser comido pelos vermes e é mais um Poeta que se foi e que algumas "profundidades" deixou!... Que sejam, ao menos, aproveitadas!...
Pena que fosse excessivamente obcecado pela escrita durante grande parte de sua vida, o que não foi benéfico para o discernimento da obra que deixa; vai dar muito trabalho "peneirar" o grão mais fino!... A maior parte é palha grossa e sem qualquer interesse!...

George Sand disse...

Fica toda a LUZ, que faz com os poetas nunca morram