quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A FINGIR DE BARCO






A respirar por guelras
subi ao chão das águas

lá estavas

à minha espera
a fingir de barco


Eufrázio Filipe

13 comentários:

Impontual disse...

Eis o verdadeiro mar arável.

Mar Arável disse...

Impontual

Bem-vindo aos meus mares

Anna disse...

No chão das águas
Tantos embarques, tantas viagens.

(Tão belo, Eufrázio)

O meu abraço

Rogerio G. V. Pereira disse...

Com poucos versos
se constrói o poema

Sandra Louçano disse...

Muito bonito :)

Helena disse...

Mar, quando puderes dê uma passadinha no meu espaço. Tu estás entre os amigos blogueiros a quem prestei uma singela homenagem.
Um afetuoso abraço,
Helena

Janita disse...

Mais palavras, para quê?

Respirei por guelras e fiz-me ao mar...

Um beijo, Poeta!

Laura Ferreira disse...

adoro o título do poema :)

graça Alves disse...

Simples e bonito!
beijinho

Agostinho disse...

Um grão de areia apoucava o poema.

Comecei a respirar com os olhos mas tenho feito progressos...

Abraço.

ana disse...

Gosto muito desta sua vertente nova.
Bj

Odete Ferreira disse...

Ter um tu "a fingir de barco" à espera, depois da jornada, não é para todos. Como a tua poesia!
BJ, Mar

Teresa Almeida disse...

Apetece embarcar nesta promessa.
Beijinho, Filipe.