segunda-feira, 27 de agosto de 2018

BARCO DE PAPEL






Regressei do longe
aqui tão perto
que nem te posso tocar

barco de papel



Eufrázio Filipe


20 comentários:

Graça Pires disse...

Lindíssimo!
Deixa seguir o teu barco de papel ao sabor do vento e vai com ele até onde o pensamento te permitir…
Uma boa semana, meu Amigo.
Um beijo.

Maré Viva disse...

Dói muito, quando estamos perto e não conseguimos tocar.
Um abraço.

Janita disse...

É deixar que seja ele,
o barquinho,
a aproximar-se
devagarinho.

Beijos, Poeta!
Bom regresso.

lis disse...

_"Tudo é verão, o amor se faz/no barquinho pelo mar/que desliza sem parar/
no macio azul do mar
Sem intenção, nossa canção/vai saindo desse mar
_dias tão azuis...

Volta do mar ,desmaia o sol
E o barquinho a deslizar
Vai saindo desse mar..."

E ficamos a espera que o barco retorne,Eufrázio
abraço

Rogério G.V. Pereira disse...

Lindo
Regressado
Barco?
Ou página de livro?

Boop disse...

Às vezes (só às vezes) não tocar também é bom!
:)

Manuel Veiga disse...

apetece-me dizer como um velho amigo meu - "e já é tanto!..."

filigrana de artesão, aqui. neste belo poema
que de tão leve explode em sentido.

abraço,
votos de boa saúde.

espero que continues a distinguir-me com a tua presença e comentários no meu blog

Pedro Luso de Carvalho disse...

Caro Eufrázio o seu poema pode ser interpretado como a criança que sonha com viagens distantes em alto mar, mas que ali está a brincar com seu barquinho de papel.
Um abraço.

Marta Vinhais disse...

Mas podemos segui-lo com o olhar...
Lindo....
Obrigada pela visita
Beijos e abraços
Marta

manuela barroso disse...

De quão longe virão as palavras que ele transporta ?
Belo: breve e longo !
Bji EF

Teresa Durães disse...

Um poema lindíssimo que nos transporta com fragilidade

Ailime disse...

Barco de papel, leve como a brisa, a navegar livre nas águas mansas do belo poema.
Beijinhos,
Ailime

Graça Alves disse...

Simples, mas bonito.
Bj

Julia Tigeleiro disse...

O barco segue o seu destino, exatamente como tem que ser. A maior parte das vezes não nos resta outra opção, senão ficar no cais e vê-lo partir. Tão bom vir aqui, e partir encantada com esta poesia. Um abraço poeta.

Lígia Casaca disse...

Aqui há uma criança! Felizmente!

jrd disse...

Belíssimo!
Aventureiro e audaz, hasteia a bandeira que o timoneiro escolheu.
Grande abraço Poeta Amigo

Agostinho disse...

O longe fez-se perto
Tem-se barco e
papel e navega-se sem margens
na sedução do mar
arável de imaginação
Sobre_tudo!,
infinita é a folha
e o veludo


O Poeta sabe.
Abraço.

Graça Sampaio disse...

Tão simples e tão belo!

Teresa Almeida disse...



Quem não se comove com um barco de papel?
Tão leve como um sonho. Tocá-lo como?

Beijinho.

teresa dias disse...

O pensamento faz milagres... mesmo se dentro de um barco de papel.
Abraço.