
Nos passos perdidos do parlamento nacional,mais de mil mãos,
abertas,de ferro,perfiladas,da coleção Berardo,parecem recordar
aos deputados da nação que todo o poder é efémero.
Lá fora,de punhos erguidos,em manifestação por direitos humanos e constitucionais,comandados pelo sonho - os excluidos - com o desejo de um dia os ver a espreitar pelas janelas.
São poucos os que sobem ao povo.
2 comentários:
A imagem fala por si!
Gostei do último verso!
Maria
Um dia, Eufrázio, um dia... SIM!
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